Menina de 11 anos surpreende dentistas ao ter 81 dentes em caso raríssimo em Minas Gerais

Uma menina negra, de 11 anos e 8 meses, compareceu para consulta; as radiografias mostraram 81 dentes: 18 decíduos, 32 permanentes e 31 supranumerários. A principal preocupação inicial era determinar se ela apresentava alguma síndrome, e ela foi encaminhada a um geneticista.

Uma consulta odontológica de rotina em Minas Gerais terminou com uma descoberta que impressionou até especialistas. Uma menina de apenas 11 anos foi diagnosticada com 81 dentes, um número muito acima do esperado para a idade e quase três vezes maior do que a quantidade normal.

O caso foi identificado após exames de imagem revelarem dezenas de dentes extras ainda retidos nos ossos da mandíbula e da maxila. Em uma criança dessa idade, é esperado que a dentição permanente esteja em desenvolvimento, mas a presença de tantos dentes adicionais é considerada extremamente rara.

A condição está relacionada à chamada hiperdontia, uma anomalia em que dentes supranumerários se formam além da quantidade habitual. Em casos mais graves, ela pode estar associada a síndromes genéticas, embora também possa ocorrer de forma isolada.

Apesar do diagnóstico surpreendente, a menina não apresentava sintomas graves. Os especialistas elaboraram um plano de tratamento para acompanhar o desenvolvimento da arcada dentária e avaliar a necessidade de cirurgias para remover os dentes excedentes, evitando problemas como desalinhamento, dificuldade na mastigação e alterações na fala.

Casos como esse são considerados excepcionais na literatura odontológica e chamam a atenção da comunidade científica por ajudarem a compreender melhor as alterações no desenvolvimento dos dentes. O acompanhamento multidisciplinar será essencial para garantir a saúde bucal e a qualidade de vida da paciente nos próximos anos.

Os dentes decíduos também são conhecidos como dentes de leite, e os dentes supranumerários são quaisquer dentes extras além dos normais.A equipe médica do paciente solicitou os raios-X, mais especificamente “tomografia computadorizada de feixe cônico”.Para determinar quantos dentes extras o paciente tinha e onde eles estavam localizados. (A redação do artigo dá a entender que pelo menos alguns dos autores estiveram envolvidos no caso do paciente como profissionais, embora não tenhamos conseguido confirmar quantos deles ou em que função.)

O artigo indicava que a remoção dos dentes extras era possível e seria a solução mais provável para o problema, embora os autores observassem que seria difícil neste caso. No entanto, não está claro o que aconteceu com a menina, pois não encontramos nenhuma informação posterior sobre o artigo.